quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Disal Editora lança guia prático de gemas e pedras preciosas

Já parou para pensar como funciona o processo de fabricação das joias? De onde vem tanta beleza e preciosidade? Perguntas simples, mas que despertam a curiosidade de muitos.  O truque mágico está na lapidação e corte das gemas e pedras, um processo que exige extremo cuidado, atenção e observação.  Durante este procedimento os minerais passam por uma série de acabamentos que proporcionam brilho, forma, ressaltam a beleza das pedras, e aumentam seu valor mercadológico.

Para ajudar a desvendar os mistérios que cercam os processos de embelezamento destas valiosas  peças, a Disal Editora traz ao mercado o livro “Gemas e Pedras Preciosas”, de Ronald Louis Bonewitz, um guia repleto de ilustrações que permitem ao leitor entender como uma simples rocha pode se tornar uma pedra valiosa, que evidencia e enaltece a beleza de homens e mulheres apaixonados por joias.

De fácil consulta, a obra apresenta mais de 400 exemplos de gemas, pedras e metais preciosos aplicados em joias e objetos de arte. Além do principal processo transformador da pedra bruta, a lapidação, no guia os leitores também poderão conhecer as etapas de formação, classificação, propriedades físicas e ópticas, localização e polimento das gemas. O guia traz ainda ficha técnica e principais características de cada mineral, além de ilustrar e destacar os principais aspectos das gemas reunidas no livro.

O livro é de autoria de Ronald Louis Bonewitz, geólogo norte-americano especializado em química de cristais, com formação em arqueologia. A obra foi produzida em colaboração com a Smithsonian Institution, de Washington, DC, o maior museu e complexo de pesquisa do mundo. 

Título: Gemas e Pedras Preciosas
Autor: Ronald Louis Bonewitz
Disal Editora.
224 páginas.
Preço: R$59,00


Disal Editora – Assessoria de Imprensa
Ecco Press Comunicação
(11) 5543.0039




sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Ela acreditou que era feliz

Então você a fez sofrer?
Talvez ela parecesse uma menina ingênua, você achou que logo ela te esqueceria?
Você a colocou em um frasco e ela achou que era feliz.
Você deu a ela as migalhas do seu amor e ela acreditou que era feliz.
Você dedicou a ela 15 minutos do seu dia e ela acreditou que era feliz.
Você deu a ela um sorriso de canto e ela acreditou que era feliz.
Ela ainda ouvia aquela música pensando em você, lembra-se que você disse a ela que essa seria sua única companhia quando você partisse?
Você disse que ela o fazia sorrir todas as manhãs e mesmo assim você a deixou.
Talvez ela ainda fosse doce, mas nada era como antes.
Tudo o que você deixou foram mágoa e rancor, embora ela ainda te amasse.
Sua respiração era como uma névoa inquietante percorrendo seu corpo.
Seu amor era como um veneno, uma droga, mas agora ela já não se contentava com pouco, ela precisava de mais e mais.

 Tarde demais.

 Você não estava mais lá para alimentar o seu vício.



Já é hora de voltar

O doce sabor

Nada como caminhar sem rumo, olhar as estrelas e não ter hora para voltar.
Voltar pra que?
Pra esse mundo de injustiças, solidão, vazio, mentiras, torturas e desatinos.
Já nem sei o que escrevo. Se escrevo. Porque infelizmente já é hora de voltar pra esse mundo, tenho que voltar a me sentir sufocada novamente.
Será que ao menos terei tempo de terminar meu raciocínio? Pois já é hora de voltar. Tenho que voltar.

Cidade do Sol

Não me mastigue. Não me ature. Não me tolere

Cidade do sol, páginas e mais páginas.

Você poderia ir embora com toda essa fumaça, mas você é a única fumaça que trago e essa não se vai nunca, acho até que vou morrer com ela, ou por ela.
Eu parei na parte em que a mocinho sofre por amor e me perdi por aí mesmo, EU me perdi, me perdi na história, afinal seu amor era um labirinto, e eu nunca consegui achar a saída.

Ela apostou suas últimas cartas. Nada parece ter dado certo.
Seduzir era seu dom. Conquistar, um prazer. Ela não sabia até onde isso chegaria, afinal seus cabelos brancos já estavam aparecendo. De onde viria a sedução, senão pelas suas lindas pernas e seus seios fartos. Logo nada seria, nada estaria.
Tudo parecia ser tão perfeito quando aqueles livros caíram ao chão e seus olhares se encontraram, não sei se foi paixão, porém todo romance tem um tempo determinado, e o amor entre eles acabou, antes mesmo de começar.
Naquela janela ela acariciava e apertava o bico de seus seios fartos, os mesmos seios que naquela noite ele deitara seu rosto. Seus lábios pareciam uma rosa vermelha, uma rosa de sangue.

Meu caro amigo,

Escrevo-lhe porque já tive pressa de sonhar, não espere por mim esta noite, querido. Esta tudo tão estranho, mas estou em ótima companhia, um leve e delicioso Dry Martini me espera. Depois de uma longa e cansativa jornada de trabalho, nada como chegar em casa, tirar os sapatos, que carregaram todo meu stress do dia a dia, passar uma água no rosto, caminhar nua pela casa e depois tomar algumas doses, algumas doses do teu amor bandido e outras de um bom Dry Martini, ou quem sabe uma taça de um excitante vinho chileno.
Ainda estou jovem velho amigo, não espere por mim esta noite, mas não demore. O sol inundará meu quarto, lhe aguardo ansiosa.







terça-feira, 15 de janeiro de 2013

"Eu e Meu caso com Neruda"

Eu me apaixonei por Neruda deste o primeiro momento em que me deleitei em seus poemas, lá estava eu devorando mais uma de suas inquietantes obras. Eram momentos tão únicos e ainda são, não consigo deixar de apreciar essas deliciosas palavras, cada poema com sua identidade, mas parece que me identifico com cada um deles "Eu e Meu caso com Neruda". Ás vezes passo dias focada em um livro, mas não resisto, tenho sempre que ler algum de seus poemas, suas palavras soam tão bem aos meus ouvidos, são tão irresistíveis...




Saberás que não te amo e que te amo
posto que de dois modos é a vida,
a palavra é uma asa do silêncio,
o fogo tem uma metade de frio.

Eu te amo para começar a amar-te,
para recomeçar o infinito
e para não deixar de amar-te nunca:
por isso não te amo ainda.

Te amo e não te amo como se tivesse
em minhas mãos as chaves da fortuna
e um incerto destino desafortunado.

Meu amor tem duas vidas para amar-te. Por isso te amo quando não te amo e por isso te amo quando te amo.


Meu grande e verdeiro amor,

Pablo Neruda

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

"Eu sou apenas mais um no meio de tantos outros"

É tão ruim sentir-se sozinha no meio da multidão...
Infelizmente é como eu me sinto, com o tempo passei a odiar todos os seres humanos, inclusive a mim mesma. 
Eu poderia continuar, mas tem coisas na vida que são inevitáveis. 
Depois que tudo aconteceu, fiquei com a sensação de que todas as pessoas são más e egoístas.
Tudo é tão artificial, tão rotulado, tão falso. 
Ultimamente tenho evitado refletir sobre as coisas, nunca vivi de comparações e tenho a chata mania de achar que a casa do vizinho é sempre melhor que a minha, e nem sempre é. 
Talvez minhas forças já tenham acabado, pois tenho lutado tando e às vezes parece que tudo é em vão. 
Eu queria entender a mente humana, mas como posso se não entendo nem a mim mesma. 
Tem horas que sinto uma dor imensa, se essa dor fosse física talvez não me faria tanta diferença, tudo estaria resolvido, ou quase tudo. 
As dores são cada vez mais intensas, embora não tão intensas como eu mesma desejaria ser, viver o extremo de tudo sem se preocupar com o que as pessoas vão pensar parece tão excitante.
Muitas coisas doem agora, a dor de ter perdido a honra, de ser enganada, traída, de ter ouvido palavras amargas...
Tem horas que me odeio, odeio odiar, mas odeio. Odeio quando por algum motivo preciso demonstrar que estou feliz, odeio quando tenho que sorrir para quem não merece nem mesmo o meu desprezo, odeio fingir que tudo está bem, que as coisas estão 100%, ou que estou confortável com uma determinada situação.
As coisas poderiam ser tão mais fáceis se eu pudesse ser eu mesma, se eu pudesse extravasar sem me preocupar com a opinião alheia.
Ninguém está nem aí para o que os outros pensam, na realidade com o tempo as pessoas tem a tendência de se acostumar com as migalhas que lhes são dadas, não reivindicam, não buscam, não reclamam, não opinam. 
Não , não se vista dessa forma, não faça sexo antes do casamento, não pise na grama, não cabule aula, não fume e nem use drogas, tenha modos, não cuspa no chão e nem fale palavrão. 
Seja cordial, distribua sorrisos, não seja transparente, guarde tudo para você até onde puder... 
Não transe no primeiro encontro, não se apaixone, não opine, dance conforme a música!
Se for pra ser assim, prefiro partir de uma vez... "Eu sou apenas mais um no meio de tantos outros"











sábado, 27 de outubro de 2012

O Amor. Foi como chuva em dia de sol...


Chuva..

E debaixo dela cá estava eu, e uma gota de chuva se misturou com uma lágrima. Agora ele estava apenas em meu pensamento, e eu ainda podia sentir sua respiração.

Sentia como se tivesse caminhando em brasas, mas o fogo consumia apenas meu coração, seu amor bandido ardia em meu peito, inquieta e insatisfeita.

Eu sabia que ele estava vivendo sua vida, ao contrário de mim.

Lutava todos os dias em sacrifício desse amor, eu estava sobrevivendo e isso era o que me restava. Como se todos os dias eu voltasse de mais uma batalha, cada dia com um  ferimento diferente, por mais que ainda estivesse de pé, a dor era tamanha.

Talvez eu jamais encontre alguém como você...

Com você, amado. Fui ao extremo de tudo, experimentei o doce e o amargo, o amor e o ódio. Estive no céu e no inferno.

Eu estava de branco. Sim amado, a noite em que nos amamos. O dia em que me afoguei nesse pútrido amor. Por algumas horas foste meu. Eu, você e mais ninguém...