domingo, 29 de julho de 2012

Não, não mais um pútrido amor.

Aprendi que o AMOR, e não o tempo, é que cura todas as feridas.


Sim, eu aprendi.


Quero viver a mais verdadeira história já contada. Onde o amor seja exaltado.
O amor puro e paciente.


Preciso de tempo e coragem para repassar a limpo o rascunho vivido por mim.
Tempo e coragem!


Quero refazer o mesmo caminho, mas desta vez os espinhos não irão me machucar, não os mesmos.


Nesta vida há de se enfrentar barreiras, se isso não acontece, não se está vivendo, se está sobrevivendo.


Quero enxergar o amor com a janela da alma.


Quando eu ouvir de você um "Eu te amo" mal poderei esperar para que este chegue até meu coração, há tempos ele espera pela sinceridade.


Há tempos ele espera por um amor que queima sem ferir.


Um amor inquieto. Não, não mais um pútrido amor.


terça-feira, 24 de julho de 2012

Meus delírios...


Só mais um gole

Um gole de insanidade, prazer absoluto. Inquietude

Só mais uma dose

Uma dose de você, da loucura, uma dose desse amor

Continua...

sábado, 14 de julho de 2012

Memórias vagas...


Hoje eu adoraria compor uma música, fazer compras, curtir um bom livro e uma sombra, rever os amigos... Optei por não fazer nada, optei por me entender, me escutar, me estudar!
Meus delírios... eu e eu mesma!

terça-feira, 10 de julho de 2012

Minha mente grita


Todas as vezes que caio, tento me salvar de mim mesma, mas você sempre leva um pedaço de mim. Talvez para você tudo seja tão fácil, mal sabe que minhas feridas sangram, elas ainda sangram. Que o vento leve para longe todas as palavras que me feriram, essa mágoa que carrego em meu peito, esse vazio que percorre meu corpo. Que a estrada não marque as pegadas dessa caminhada insignificante. Todas as vezes que acreditei em você, percorri pelo mesmo caminho, é como se eu acreditasse que o mesmo abismo em que você me atirou já não estivesse mais aqui, eu sempre me engano e lá está ele, cada vez maior e novamente sou derrotada, quando as feridas já estão cicatrizando, neste momento elas se abrem e a dor é ainda maior. As paredes têm ouvidos? Se tiverem que não ouçam os gemidos que ecoam da minha mente perversa, quando penso que já esqueci tudo, sou traída pelos meus pensamentos, minha mente grita.

Sim, meus lábios ainda sentem a doçura dos teus beijos, teu amor bandido percorre minhas veias.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Dobrando a esquina...



De repente reparo que dobrando a esquina tem sempre um menino que brinca com pedrinhas na beira da calçada. Ele guarda um sorriso, embora seu rosto não me diga nada, seus olhos parecem sorrir. Mãos sujas, um chinelo já muito usado e roupas surradas. Posso imaginar que ele poderia estar com fome, ou talvez não sorrisse com os lábios por não ter motivos suficientes, mas os teus olhos sorriam e ali estava a esperança de um dia sorrir com os lábios, gargalhar.


Lucas, João, Marcos, Vinícius? Qual será o nome dele? Será que ele tem nome?... Quando vou me deitar imagino se dobrando a esquina está o menino, brincando com as pedrinhas...